A escolha do período de férias é sempre um tema sensível. Ou porque no trabalho todos querem ir na mesma altura e quase ninguém está disposto a fazer cedências, ou porque as pessoas com quem vamos de férias têm uma lista interminável de constrangimentos para tirar férias, ou porque os sítios onde queremos ir estão debaixo de chuva intensa nesse período ou pelo contrário é época alta e está tudo caríssimo… Pfuuu É uma canseira!
Começo sempre por excluir os períodos em que não faço questão de ter férias e, normalmente, é aí que marco pontos no trabalho porque julho e agosto são meses em que não gosto de tirar férias. O ano passado tive mesmo que tirar férias em julho (a alternativa seria em fevereiro deste ano… pois!) e foram férias que não deixaram saudades (prefiro nem comentar!). Este ano a coisa está mais ou menos planeada como eu gosto e, pela primeira vez, vou tirar 3 longas semanas, mas até lá tenho que penar a trabalhar.
É bom sinal porque significa que tenho trabalho e consegui marcar férias para a época que mais gosto, mas por outro lado é psicologicamente desgastante ver todos de malas aviadas para as férias e ter que ficar confinada ao cubículo. Depois há todo o trabalho que sobra para quem fica e como o universo conspira a nosso favor (NOT) é a época dos insólitos, onde tudo o que é estranho vem aterrar na nossa secretária (ou na nossa caixa de mail para ser mais assertiva).
Posto isto, pede-se muita descontração para ultrapassar este período, muito inspira-expira-42vezes-e-tem-muita-calminha e o melhor remédio de todos: muitos programas a dois! Um dos preferidos é uma ida ao Café do Monte, ali para os lados da Graça, atacar um croq e por alguns minutos imaginar que estamos noutro país qualquer a aproveitar as últimas horas de mais um dia feliz!

